terça-feira, 29 de março de 2011

PRESENTES da sinhá moça


obs: Em breve, informações sobre os materiais que serão usados na feitura do acessório, como  também a forma que será escolhido o seguidor sorteado. Boa sorte...  sinhá moça

sábado, 12 de março de 2011

ALGUMAS PRÁTICAS




Anal Play (Jogos Anais) - Qualquer fetiche ou prática sexual concernente ao ânus e/ou reto. Normalmente inclui: sexo anal,  enema e fisting anal.


Anal Training (Treinamento Anal) - Toda e qualquer atividade que vise a preparação do ânus para o "Anal Play". Normalmente pode durar dias ou semanas, como, por exemplo, um exercício de dilatação do ânus, preparando-o para ser usado, o que demora pelo menos 2 semanas.
Clamp - Prendedores usados em mamilos, lábios vaginais, escroto, etc. Acessório comum em uma cena de SM. Pode ter mola para aumentar ou diminuir a pressão, pode ter ganchos para se pendurar pesos ou correntes. Normalmente fabricados de plástico ou metal.

Coleira - Um símbolo de entrega usada por um(a) submisso(a). Uma coleira é posta ou dada em um relacionamento como um profundo símbolo de entrega. Um(a) submissa(o) encoleirada(o) é considerado como propriedade ou parceira(o) de um(a) dominador(a). Pode ser usado também como equipamento em uma imobilização.

MAIS SOBRE  A COLEIRA NO BDSM:
Inicialmente, é importante frisar que o uso da coleira não está ligado estritamente à prática do “DogWoman”, que consiste em fazer diversos jogos e cenas que comparem a escrava à uma cadela (desde andar de quatro, beber em tirrinas de cães, latir, apanhar objetos com o boca, etc...).
          E, principalmente, o uso da coleira pela escrava em hipótese alguma é uma humilhação para a mesma. Muito pelo contrário. Uma escrava tem o orgulho de portar a coleira de seu Dono, pois ela demonstra a sua entrega e convicção, além da assunção daquele que escolheu para servir. Assim, a coleira simboliza no BDSM aquilo que a aliança de ouro representa no matrimônio.
Existem três tipos básicos de coleira:
       COLEIRA DE SESSÃO: normalmente mais grossa e resistente, tendo argola(s) para prender-se a guia. Ela geralmente é colocada no início de uma sessão, durante o chamado “ritual da coleira” (quando a escrava reitera seus votos de entrega) e retirada ao final dela, SEMPRE PELO MESTRE.
          Uma escrava retirar a coleira tem o simbolismo de estar desistindo de ser escrava daquele Mestre. Daí surge o termo “devolver a coleira”, que significa a escrava terminar a relação BDSM, ou “tirar a coleira”, quando é o Mestre que desiste. Por isso, a escrava NUNCA deve tirar a coleira de sessão, podendo apenas “recolocá-la” ao ter sido tirada PELO MESTRE para que ela possa tomar banho, por exemplo.
          Ocorre que a coleira de sessão geralmente é uma indumentária mais “pesada” e um tanto indiscreta. Tem sua utilidade para que a escrava seja presa e puxada pela guia, ou mesmo para nela prender-se as algemas das mãos e pés. CUIDADO, EM UMA SESSAO SE O DONO DER TRANCO NA COLEIRA PODE FERIR GRAVEMENTE O PESCOÇO, COLUNA OU MESMO QUEBRA-LO, OS CUIDADOS SERÃO SEMPRE RESPONSABILIDADE DO DONO. Porém, o uso da coleira  em público poderia chamar por demais a atenção e confundir a sub com uma punk ou Metaleira. Por isso, em público, a escrava usa a COLEIRA DE PASSEIO, que é uma peça mais delicada e discreta, sem argolas e sempre com a inicial ou o nome de seu Dono.
          Tal coleira, ainda mais que a anterior, é portada com o devido orgulho pela escrava, especialmente porque com ela a sub. expõe explicita e publicamente sua entrega e a posse de seu Dono.
Destarte a COLEIRA demonstra ter Dono e quem ele é. 
          Por fim, com o advento da Internet surgiu a COLEIRA VIRTUAL, que é um símbolo ou um tipo especial de nick para ser usado especialmente nas salas de chat.
As escravas usam um tipo exclusivo de coleira virtual que se aproveita do  nick do Dono ser o nome de uma letra, exemplo:
     {escrava. ou um Nick a ser escolhido pelo Dono}_DOMINADOR
                                                   
As chaves {  } significam a coleira;
O nome da escrava sempre minúsculo, porque ela é inferior ao Dono;
O  _ anderline é a guia que puxa a coleira;
O nome do Dono sempre maiúsculo por respeito, mostra a que a escrava pertence.
*** Só poderá portar uma coleira aquela escrava que a usa com honra, respeito e dedicação para com o Dono.

Cruz em "X" ou Cruz de Santo André - Cruz em forma de X com argolas em todas as extremidades. Utilizada dentro do BDSM para imobilizar o escravo(a). Além de deixar o corpo mais livre para ser usado pelo Dono, ainda tras para a escrava um desconforto se for ordenado que ali ela permaneça por muito tempo.  - sinhá: "... Uma vez um Dono que tive fez um X com corda, muito legal e criativo, lembro-me que fui punida nesta situação. Minutos depois meu corpo estava todo dolorido e a impossibilidade de me mexer me causou pânico, desespero e arrependimento por ter sido uma cadela "burra", mais ao final agradeci por me ensinar ser melhor e melhor servi-lo... "


Dilatação- é a pratica que o Dono começa a treinar a escrava para que a mesma fique dilatada, isso pode ocorrer por vários motivos, pode ser como treinamento do sexo anal, fisting ou mesmo pelo desejo sádico do Dono. Deve começar devagar com objetos menos e gradativamente ir aumentando. Exige paciência e técnica do Dominador.

Dogwoman - (Do inglês: "dogwoman" - mulher cachorro) Ato do submisso(a) atuar e comportar-se como um cachorro ou cadela. Dentro do BDSM, deve comer em uma terrina, dormir aos pés da cama do dono(a), assumir posições previamente treinadas, etc...A prática de dogwoman requer adestramento como um cachorro/cadela.


Enema - Ato de se inserir no ânus e reto determinada quantidade de líquido, visando a humilhação, quebra de resistência psicológica ou preparo para o sexo anal. Também existe a palavra pouco utilizada "clister", em português, ou "klistier", em alemão, para designar enemas.



Espéculo Vaginal - Instrumento médico usado para se examinar a vagina, dilatando-a mecânicamente. Usado em práticas de exposição e jogos médicos. São feitos de plástico e descartáveis. Requer uma certa técnica a introdução de um especulo na vagina. Para não causar sequelas, devera ser estudado pelo Dono.


Fist Fucking -  SEMPRE REALIZADO COM LUVA CIRURGICA e para conseguir tal pratica a escrava deverá ser treinada diariamente, pois trata-se de músculo e estes voltam com o tempo. - Do inglês: Fist: punho + Fucking (meter, na gíria) . Uma das mais intensas práticas dentro do BDSM. Consiste na introdução da mão (punho) na vagina ou ânus. Tem mais adeptos dentro da comunidade gay, mas não está associada á práticas homossexuais dentro da comunidade BDSM. Inicialmente, o dominador(a) introduz vagarosamente os dedos, até conseguir um relaxamento muscular do parceiro(a). Deve existir uma grande cumplicidade entre o dominador(a) e o submisso(a) para esta atividade. Fisting requer tempo, atenção, cuidado e carinho. Com a lubrificação adequada, fisting não é necessariamente uma experiência dolorosa. De qualquer maneira, é consenso dentro da comunidade BDSM que a prática do fisting não é utilizada para causar dor e sim prazer no(a) parceiro(a) como uma forma intensa de penetração. Praticantes de Fist Fucking dizem que esta é uma atividade sensorialmente profunda, tanto para quem está recebendo como para quem está conduzindo. O fisting tem inúmeros componentes psicológicos: Pode remeter à uma sensação de violação, humilhação ou abandono. O punho é um símbolo de poder, literalmente. A introdução do punho dentro do corpo de um ser humano tem um enorme impacto tanto emocional quanto sexual, pois diferente de objetos artificiais (vibradores, butt plugs, etc.) a destreza e o movimento da mão provoca uma sensação única. Lembramos que a introdução de qualquer coisa no ânus/reto é uma atividade de alto risco, que pode resultar em hemorragia. Requer uma certa técnica a introdução para a pratica. Para não causar sequelas, devera ser estudado pelo Dono.


Fisting - SEMPRE REALIZADO COM LUVA CIRURGICA e para conseguir tal pratica a escrava deverá ser treinada diariamente, pois trata-se de músculo e estes voltam com o tempo.  Inserção completa da mão na vagina (fisting vaginal) ou ânus (fisting anal). Esta prática requer tempo, conhecimento mútuo, relaxamento e paciência. Requer uma certa técnica a introdução para a pratica. Para não causar sequelas, devera ser estudado pelo Dono.


Gag, Ball Gag - Instrumentos que são inseridos na boca para evitar que um submisso(a) possa falar. Podem ter a forma de bola, freio; podem ser rígidas ou moles. Não se devem usar as ballgags que possuem balão de inflar, pois podem induzir a um sufocamento. Deve-se também, ao se usar ballgags, convencionar uma "safe word" que possa ser entendida pelo dominador(a), como, por exemplo: batidas com as mãos ou pés, movimento de cabeça, ou algo similar, visando preservar a segurança da situação. Além de privar que a submissa fale, também é extremamente humilhante porque alguns modelos fazem a submissa babar e outros dão a possibilidade de a submissa receber algo em sua boca a vontade do Dono, apenas com cuidado para não sufocar.


"Gatilhos Emocionais"- Associações de palavras, gestos, ações, comportamentos ou situações que provocam e desencadeiam reações emocionais. Um bom Dominador(a) deve possuir tato para perceber quais são os gatilhos que desencadeiam reações positivas e negativas em seus submissos(as). E deve ter responsabilidade para usá-los ou evitá-los também. Uma coisa interessante é que esta relação mexe muito com o mais intimo daquela que se submete, logo quando está sendo adestrada fala-se de um renascimento (construção), isso realmente ocorre, ocasionando assim uma dependência real para com o Dominador. Mas se um dia o Dominador decidir que não mais quer ter aquela submissa como sua, Ele deverá ter na consciência que deverá desconstruir aquilo que construiu, pois não pode apenas abandonar uma submissa, cada pessoa reage de uma forma diferente. O abando no BDSM é muito mais doloroso que numa relação convencional, é miais doloroso porque é uma relação mais intensa, onde a cumplicidade impera.
Como desconstruir: Depois de certo tempo o Dominador conhece sua peça como ninguém, então a idéia é tentar fazer ela desistir , perder o interesse. Comece a submetê-la á praticas que sabe que ela faz,  mas que não gosta, pare de elogiá-la, não puxe assunto, até mesmo porque a verdadeira submissa/escrava, normalmente não fala muito, sempre atenta mas  para falar pede permissão. Logo se o Dominador deixar de conversar, ela ficara sem assunto, começara a se sentir sozinha, desprotegida e assim que ela “cobrar” uma postura do Dominador é só Ele falar neste momento que não quer mais te-la como sua posse, claro que isso lhe causara sofrimento, mas nada comparado com o abandono. SER DOMINADOR É TER RESPONSABILIDADE.


Golden Shower - Técnica de humilhação, onde o dominador(a) urina no corpo do submisso(a), ou manda ela urinar em determinado local. Existem ressalvas quanto a ingerir a urina, sendo aconselhável em caso de exigência do Dono apenas que seja na boca sem a necessidade de engolir a urina. Já li algo que liberamos sais na urina e ingerir pode sobrecarrega-los, então cuidado caso seja negociado que a submissa vai engolir a urina do Dominador.

Mumificação - Prática de se imobilizar o submisso(a), enrolando o corpo deste com ataduras, plástico, filme de PVC transparente (Magipack), ou congênere, impossibilitando qualquer movimento. Cuidado especial deve ser tomado para se evitar asfixia. Algumas vezes a prática de mumificação induz o(a) submisso(a) a um estado eroticamente alterado de consciência, provocando um mergulho no interior de si mesmo.


Medical Play - Consiste nas práticas com alguns objetos de uso médico. Os mais difundidos são: espéculos vaginais, espéculos retais, e ânsucópios. Enemas, cateteres, agulhas e fist fucking podem entrar em sessões de Medical Play. Luvas cirúrgicas descartáveis são comumente utilizadas. Existe aqui uma boa dose de exposição da região genital e, em função disso, pode-se pensar em estímulos sensuais subseqüentes decorrentes de exibicionismo e do prazer advindo da sensação de estar envergonhado, que se somam aos estímulos principais, provenientes da relação de "dominação/submissão".


Palmatória -  Pedaço de madeira ou borracha, pesada, as vezes furada, similar á uma raquete de ping-pong, mas ligeiramente afilada, utilizada para spanking. Cuidado - a palmatória deverá ter orificios abertos (buracos) para que possa  vazar o ar e assim não causar ondas de impacto, um spanking sem que o Dominador tenha tomado os devidos cuidados podem causar danos irreparaveis, como por exemplo a perda dos rins.

Pelourinho - Coluna de pedra ou madeira com argolas na parte superior para fixação de cordas ou algemas. Existem alguns modelos com argolas para fixação de tornozeleiras. Inicialmente usado para castigar escravos, dentro do BDSM é utilizado para imobilização de escravos(as).


Ponygirl - Submissa treinada para agir e se comportar como um pony, ou cavalo.Existem roupas e acessórios para ponygirls. Quando desta pratica o sexo não é nada delicado pois presume que a submissa esta com um cavalo, “presume” porque aqui não se fala de sexo com cavalo pois esta seria a linha do zoofilia  ou bizarro, e neste momento tratamos de BDSM. Aqui o treinamento é mais forte.


Privação Sexual - Ato de impedir física ou mentalmente que o(a) submisso(a) tenha prazer. Pode ser aplicado tanto por voz de comando, caso haja um condicionamento para tal, como por meio de aparelhos para impedir as sensações físicas. Altamente torturante.


Proibição de Orgasmo - Ato de proibir, apenas pela ordem verbal a obtenção de orgasmo por parte do submisso(a). É comum o(a) dominador(a) ordenar ao submisso(a) que não goze, a não ser que ordenado pelo dominador(a). Requer uma grande dose de concentração e auto-controle.
Restrições -Uma variante da imobilização, onde se priva o(a) submisso(a) de alguns dos sentidos: a visão, a audição, a fala, etc. Na comunidade BDSM é comum o uso de vendas, mordaças ou gag-balls, tampões de ouvido, etc. visando gerar no(a) submisso(a) uma expectativa, uma tensão do que está por acontecer. Em formas mais pesadas de práticas BDSM se tem conhecimento do uso de sondas uretrais para controle das necessidades fisiológicas do submisso(a) e uso de cinto de castidade por tempo determinado, tanto em homens quanto em mulheres, impedindo o ato sexual tanto anal quanto vaginal. Outra atividade bastante popular é a "proibição" do gozo por parte do submisso(a), onde este deve aguardar a permissão de seu mestre ou dominador(a) para tal. Nota-se aqui o componente erótico que sempre está presente. O que se busca é prazer mútuo dentro do São, do Seguro e do Consensual.



Sexo Anal - Embora largamente praticado fora do contexto BDSM, é utilizado como forma simbólica de posse e dominação ou de entrega e submissão. Alguns cuidados básicos devem ser tomados para o sexo anal: As doenças sexualmente transmissíveis, em especial a AIDS; a penetração vaginal logo após a penetração anal é outro descuido freqüente e serve de porta de entrada na vagina para bactérias que estão no ânus e reto, propiciando uma série de problemas para a mulher. A "perda das pregas" é um folclore. Ninguém perde pregas por praticar sexo anal. Exploram-se também as várias possibilidades do uso do ânus dentro do BDSM. Enemas, Fisting, butt-plugs para relaxamento dos esfíncteres, etc. Mas, basicamente, todos têm a mesma função: servir como veículo de prazer e simbolizar a entrega para outro(a) de algo que não é comum e, portanto, especial.



Water Sports - Na sexualidade humana, os mais profundos tabus são contra-balanceados pelo desejo de transgredir a fronteira tênue entre o permitido e o proibido. Neste tópico, abordaremos as atividades mais comuns associadas a Water Sports: enemas e golden shower (urina). Talvez, o desconforto que este assunto provoca explique a escassez de trabalhos e estudos sérios a respeito de Water sports como manifestação erótica. Mas o que é afinal Water Sports? É interesse erótico na eliminação, tanto natural como induzida (enemas) de fezes e urina. Clinicamente, os atos e práticas a ela associados são classificados como parafilias. Assim, Clismafilia é a erotização com enemas, Urofilia é o estímulo erótico por ver, entrar em contato, receber no corpo urina, ou urinar em alguém. Coprofilia é similar a Urofilia, mas envolve fezes, Cateterofilia é o estímulo erótico em usar ou aplicar em alguém um cateter, para controlar ou expelir urina. De todas estas práticas, os golden showers (ato de urinar ou receber urina no corpo do parceiro(a) e os enemas ( introdução de água no ânus, através de um irrigador) são as mais comuns). Toda e qualquer atividade de Water Sports tem um grau de risco. Um enema feito de uma maneira inadequada, por exemplo, pode ter conseqüências fatais. Urina, mesmo sendo um ambiente hostil para vírus e bactérias não está acima de infecções. Um cuidado muito grande durante as atividades foi observado em todas as descrições e relatos dos praticantes de Water Sports. Dentro do BDSM enemas e golden showers são formas utilizadas para simbolizar submissão e posse e também são utilizados como instrumentos em dominação mental, pois associam a sensação de uma profunda "entrega" (o cólon e reto dilatados por uma certa quantidade de água) à atividade de evacuar que o ser humano faz em absoluto isolamento. É uma experiência psicológica profunda receber um enema de um dominador(a), ter de reter este enema por uns 15 minutos, e depois ir ao banheiro sem poder fechar a porta para expelir o enema. Pratica tem que ser devidamente estudada, pois pode causar seqüelas e riscos a escrava.

Spanking -Nome utilizado dentro da comunidade BDSM para o ato de bater, notadamente na região das nádegas. Não se pode confundir o spanking dentro do BDSM e do S.S.C. com o ato da violência física. São situações diametralmente opostas. Nenhum dominador(a) ou submisso(a) corrobora ou aceita a idéia de que para entregar-se deve apanhar ou tomar uma surra. O spanking visa o prazer mútuo e é uma forma de se potencializar o desejo. Necessário fazer uma ressalva aqui, que em algumas culturas orientais, o ato de bater para estimular sensualmente é amplamente aceito e difundido, basta consultar o Kama Sutra No Brasil spanking engloba o ato de bater com as mãos, chicote, vara, chinelo ou palmatória. Nos Estados unidos e Europa, há uma distinção entre o Spanking, Whipping e "Canning". "Whipping" é qualquer atividade que envolva chicotes e Canning, que envolva varas. (bambu, rattan, etc.). No BDSM pratica-se o spanking de várias formas. Com a mão, aplicando-se palmadas, onde não é a força que importa, mas sim o ritmo e a constância; e com chicotes dos mais variados tipos, chibatas, chinelos, etc. Mas não com varas. Canning não é spanking. A prática de se bater com uma vara é extremamente perigosa e pode provocar sérias lesões internas. Raramente utilizada dentro do BDSM como forma de castigo severo. É consenso que o rosto e pescoço são áreas proibidas para spanking em virtude da quantidade de tecidos e órgãos que podem ser facilmente lesados. (ex: olhos, nariz, boca, cabeça). A maior parte das pessoas "SM" que gostam de punições corporais incluem o spanking em suas atividades. Uma cena de spanking começa com um "jogo" real ou imaginário de punição por alguma falta ou ato cometido pelo submisso(a) No contexto BDSM spanking é associado para aumentar a sensação de vulnerabilidade física do parceiro. Muitos fatores, entretanto, são comuns na figura do dominador(a): autoridade, coerção erótica, humilhação e representação da figura paterna, que podem despertar mecanismos de prazer no submisso(a). Havelock Ellis e, posteriormente, Wilhelm Stekel abordaram aspectos psicológicos das atividades de spanking que indicamos para quem quiser se aprofundar neste tema sob outra óptica. Não há duvidas que tapas no rosto da escrava, além de impor medo é muito humilhante, mas cabe o Dono cuidado com o nariz e olhos. OBS: JAMAIS SE BATE NA CABEÇA, COMO NENHUM TIPO DE OBJETO, PUXOES DE CABELOS APENAS COM  FIRMEZA MAS SEM CHACOALHAR O PESCOÇO POR SER EXTREMAMENTE PERIGO PARA A COLUNA E NUCA. O CORRETO É SEGURAR A CADELA PELO CABELO COM FORÇA E LEVAR PARA ONDE O DONO QUISER.
DICAS: quando for submeter à escrava á esta pratica é aconselhável que primeiramente a pele seja preparada. Para esquentar a pele use as palmas das mãos ou mesmo  flogrs (chicotes de tiras finas e macias) bata na pele levemente e repetidamente até ficar com aparência avermelhada e quente, logo comece a intensificar os golpes sucessivamente. Jamais aplique golpes fortes antes de preparar a pele, pois pode ocorrer trombose e outros males.
NUNCA ESQUEÇA: em um spanking quando for utilizar instrumentos duros poderá ser aplicado apenas em lugares moles, exemplo: cane – (bunda e coxas). Se o instrumento for mole pode ser aplicado em lugares duros também, exemplo: chicotes – (costas, pernas e em qualquer lugar do corpo, salvo cabeça e nas áreas dos pulmões e rins).


Sucção -Sucção da pele ou de órgãos genitais, realizado com o auxílio de bomba de vácuo manual ou eletro-mecânica. Pequenos copos de vidro ou plástico, conectados por tubos plásticos e aplicados aos seios, genitais femininos ou masculinos. Pela diferença de pressão, provoca-se o "inchaço" da região onde é aplicado. Se utilizado com muita pressão, deixa marcas circulares roxas.A medicina chinesa utiliza uma técnica similar. Após estar inchado qualquer area ficará muito mais sensiveis.

Tortura Genital - O princípio básico da tortura genital é provocar sensações profundas e intensas diretamente nas zonas erógenas do corpo. A intensidade e as atividades variam de pessoa para pessoa e de prática para prática. Reportamos um grande cuidado dos praticantes para que não se ultrapasse o ponto onde a dor deixa de estar associada ao prazer. A área genital e os mamilos estão sujeitos a danos irreversíveis mesmo sob "castigos" moderados e os praticantes são muito cautelosos neste tipo de atividade. Pode-se usar gelo, velas (parafina), "imobilização", prendedores, pesos e uma infinidade de equipamentos para se praticar tortura genital. Esta prática está na maioria das vezes inserida em um contexto mais amplo. É muito raro uma sessão só de tortura genital, entretanto muitos homens e mulheres são particularmente sensíveis a castigos genitais, estimulando o(a) Dominador(a) a gastar mais tempo nesta modalidade. A tortura genital no homem submisso é conhecida como CBT (Cock and Ball Torture) e compreende toda e qualquer prática visando a impossibilidade de ereção, dor e/ou castigo físico no pênis, bolsa escrotal e púbis.


Velas - Cera - Prática dentro do BDSM onde a parafina de uma vela é gotejada no corpo do submisso(a). Deve-se evitar derramar parafina muito de perto, bem como não se utilizar velas coloridas, porque o corante da parafina aumenta o ponto de liquefação da mesma. Velas coloridas, aromatizadas e similares, podem ocasionar queimaduras sérias de qualquer forma este tipo de pratica tem que ser devidamente estudada, pois existe uma distancia da pele para não causar nenhuma queimadura.


CONSIDERAÇÕES

Sete por Vinte e Quatro (7/24) -
(De: 7 dias por semana, 24 horas por dia.) Filosofia dentro do BDSM onde, analisando de um modo simplista, as pessoas envolvidas se propõem a viver um relacionamento de Dominação/Submissão 24 horas por dia. Este tópico também é muito abrangente e merecerá estudo à parte.
Subspace - Um estado físico e mental ocasionado pela liberação de endorfinas. As endorfinas podem ser liberadas devido ao "stress" ou á uma prática intensa e m uma sessão BDSM. Não é um acontecimento comum. Mas caso ocorre o Dominador deve parar ou diminuir a velocidade dos golpes, pois neste estado a submissa não mais falara a palavra de segurança, ela esta num estado de inconsciência parcial é dessa maneira que muitos acidentes aconteceram no BDSM.
   O termo cadela se usa não de forma pejorativo e sim porque a cadela é fiel, companheira e obediente, logo se torna um orgulho pela sub ser chamada de cadela.
Um Dono sempre deve privar pela discrição nunca expondo a  escrava, pois uma grande maioria são pessoas formadas que privam por sua intimidade e expor a escrava é ter conduta ilícita e não consensual podendo responder juridicamente por isso.
Obs: existe no meio a humilhação por exposição e mesmo o empréstimo, aluguel da submissa a outro homem ou a outro Dominador, mas isso não pode expor a figura da escrava para a sociedade, caso seja de uma cidade pequena, cabe ao Dono sair desse meio e assim bem longe, fazer como quiser pois escrava é peça do Dono, tendo que servi-lo em tudo que lhe for ordenado, salvo as praticas previamente determinadas como limites. O desrespeito aos limites da escrava previamente negociados da o direito a escrava de entregar a coleira e não mais pertencer ao Dono dela. Do mais o que não for negociado como limite, o Dono tem livre acesso de submetê-la, cabendo a escrava apenas aceitar, quieta, para que não seja severamente punida.
“ A escrava é o bem maior do Dono, ela é seu brinquedo, seu objeto,  sua posse, só fala quando autorizada, não cobra nada porque é a escrava quem não tem mais liberdade, seu Dono sempre será  livre, mesmo que um dia assuma um relacionamento, o Dono sempre será livre”.

desejo boa sorte....

Asfixia - Prática de restrição de ar ou do fluxo sangüíneo amplificando a sensação do orgasmo. Cuidado pode ser perigoso, podendo ocasionar a morte.

Baunilha - Termo usado para indicar o sexo convencional. Pessoas que não estão envolvidas em BDSM. A igualdade da mulher na relação BDSM não existe, o lugar dela é nos pés do Dono, com respeito e submissão, mas cabe ao Dono não aceitar o contrário, ao mínimo sinal de insubmissão, mesmo que por impulso o Dono devera mostrar o lugar da cadela para que ela nunca esqueça quem manda. Se isso se perder no meio da relação será a falência da mesma.

Barras de Imobilização - São barras de metal ou madeira, de diversos comprimentos, geralmente com um gancho no seu centro, são utilizadas para manter braços e/ou pernas abertos e imobilizados. Podem vir com tornozeleiras e/ou pulseiras nas extremidades ou não. Dificultam ou impedem o submisso(a) de andar e dão acesso à área genital. São utilizadas de diferentes maneiras quanto a sua fixação.

Bastinado - De "bastão" (Do latim: "bastonis"," bastum") Ato de bater nas solas dos pés. Acredita-se que o bastinado teve sua origem no mundo árabe, onde até hoje é usado. Foi "importado" pelos europeus na época das primeiras cruzadas. Também é referido a algumas regiões da Ásia, como forma de castigo aplicada pelo marido à mulher. A idéia do castigo do bastinado no mundo árabe, além da dor física como forma de punição, é deixar o castigado sem poder andar temporariamente, devido aos ferimentos da punição, em uma clara posição de humilhação. O Castigo consiste em imobilizar o(a) submisso(a), normalmente com as solas dos pés para cima, e aplicar golpes com uma varinha de "canning" somente nas solas dos pés. Deve-se observar que os pés possuem um grande número de terminações nervosas e ossos delicados e a possibilidade de um acidente é real. Não se aplica o bastinado com objetos duros como pedaços de madeira ou chibatas.


Breast Bondage - Ato de amarrar os seios femininos com corda, cadarço, bandagens, etc. Como parte de um jogo erótico BDSM. Pode incluir "nipple bondage", onde se amarram os mamilos dos seios. Deve-se tomar cuidado com a amarração dos mamilos para não se provocar uma isquemia tecidual. Nota o perigo pelo excesso de tempo e a mudança da coloração e temperatura dos seios, pratica bastante usada.


Butt Plug - Objeto em forma de pênis, mas com um estreitamento na base, próprio para ser inserido no ânus. Normalmente de látex ou borracha. Alguns podem vibrar ou expelir líquidos. Podem ser usados para treinamento anal.


Cane - Uma vara de bambu ou rattan, que geralmente tem entre 30 e 60 centímetros de comprimento. Muito utilizada pelos ingleses durante sua permanência na Índia, como instrumento de disciplina.



Canga- (Do chinês: "Kang-kia") Instrumento de tortura que consiste em duas tábuas articuladas que se abrem no sentido longitudinal. Possue três ou cinco recortes simétricos por onde se encaixa e se prende a cabeça e os punhos ou, a cabeça, os punhos e os tornozelos do escravo(a). As tábuas são fechadas e o escravo(a) é impedido de sair. Pode ter várias alturas diferentes aumentando o suplício do escravo(a);




Cavalete - Peça com quatro pés, revestida de espuma ou não na parte superior, podendo conter argolas para fixação dos punhos e tornozelos. Dentro do BDSM o cavalete é amplamente utilizado para a prática do spanking ou canning. O escravo(a) debruça-se no cavalete e é atado nas argolas do mesmo. O cavalete deixa o escravo(a) exposto ao dominador(a), pela posição assumida.


Chibata - Peça composta de um cabo e uma haste semi-flexível, normalmente utilizada para montaria. Consegue-se bastante precisão no spanking.


Chicote - Composto de um cabo, uma única longa tira de couro, podendo ter na ponta um pedaço triangular de couro. É o instrumento usado pelos domadores de feras nos circos.


Cinto de Castidade - Aparelho fechado por cadeado ou outro dispositivo que outrora as mulheres usavam, principalmente na idade média, com a finalidade de impedir as relações sexuais. Dentro do BDSM os cintos de castidade têm aplicações temporárias, por horas ou dias, e normalmente são de couro ou um metal não oxidante. Visam impedir o contato sexual.



quarta-feira, 9 de março de 2011

Observação quantos as imagens e textos aqui postados.



Observação quantos as imagens e textos aqui postados.

As imagens  e textos  foram inspirados e retirados parcialmente de sites disponibilizado na  internet, porém não estavam ali reservado os direitos autorais. Mas caso alguém se sinta prejudicado  é só avisar que serão  retirados imediatamente do blog, informo ainda que as imagens e textos só servem para ilustrar e levar informações ás pessoas interessadas ao tema, no intuito para que as praticas não leve dano á ninguém. ..
* Caso for usar alguma coisa deste site, favor citar a fonte.

A sigla BDSM se dividem em quatro subgrupos:







·       O conceito fundamental sobre o qual o BDSM se apóia é que as práticas devem ser SSC (São, Seguro e Consensual), nenhuma pratica pode causar perigo para a escrava, então deverá ser estudadas e pesquisadas pelo Dominador, porque será exclusivamente responsabilidade dEle o excesso.

 


Bondage e Disciplina = Bondage na verdade conforma as práticas de escravização. Popularmente usado para referir-se a atividades de imobilização com cordas, lenços, algemas de couro ou metal, tornozeleiras, "spread bars" (barras de alargamento que servem para manter pernas e braços abertos visando à imobilização do(a) parceiro(a). Todas as "cenas" de Bondage remetem ao tema básico: o cativeiro. Dentro dos grupos e comunidades de BDSM (bondage e sadomasoquismo) existe uma regra básica de segurança, definindo que imobilizações ou "amarrações" só são feitas do tórax para baixo. Cabeça e pescoço são áreas proibidas devido à possibilidade de asfixia. Dentro do S.S.C. há um limite de tempo para se deixar alguém imobilizado, em decorrência da possibilidade de isquemia tecidual, ou seja, da falta de irrigação sangüínea em uma área. Algumas pessoas acham extremamente sensual a situação de estarem imobilizadas, à mercê de outrem. Estar fisicamente imobilizado dentro de um contexto de consensualidade dá a possibilidade para os aficcionados de experienciar sua sexualidade livremente, o que, talvez, de outro modo, estas pessoas poderiam não ser capazes de se permitir em virtude de questões morais ou de educação. Bondage pode ser também visto como a transferência da responsabilidade para quem coordena a ação.

Dominação e Submissão: Dominação é a probabilidade de encontrar obediência a um determinado mandato seja por respeito, por amor, por medo ou mesmo pela dor, O "D" do BDSM. Também é: punição, disciplina estruturada visando treinar o submisso(a), componentes de jogos de castigo/recompensa. A definição de Disciplina dentro do BDSM é muito ampla e será tratada em trabalho à parte. A submissão não é mera obediência externa. Submissão é prestar obediência inteligente a uma outro. É exteriorizar um espírito submisso, mesmo quando ninguém está por perto. É renunciar à opinião própria quando se opõe à orientação daquele que exerce autoridade sobre nós. Quando aceitei o mando do Senhor Dono de mim sobre minha vida. Quando verdadeiramente aceitei teu mando, teu querer, quando busco em teu prazer o meu prazer. Quando sou submissa às direções e orientações que recebo de Senhor e Dono de mim. Ser submissa não aniquila, nem casta a personalidade de ninguém. Pelo contrário, realça a vida de qualquer um. A submissão é o amor entrega, doação, aquele que extrapola o romântico. O amor que desemboca inevitavelmente em gestos concretos, não em meras confissões, que se exteriorizam da boca para fora. É ser honesta no nível moral do seu relacionamento e principalmente com seus sentimentos, é não ter medo de assumir desejos e vontades. Não se pode fazer muita coisa se entregar apenas noventa e nove por cento da sua vida a Ele. Entendo que se um por cento da nossa vida que não for entregue, vai ser controlada por duvidas e medos. Fazer uma entrega total da minha vida, acreditar em tua guia, em teu mando é o que preciso para experimentar uma nova dimensão neste tipo de  relacionamento.



Sadismo e Masoquismo/ou Sadomasoquismo: O termo sadismo deriva do nome do escritor e filósofo francês Donatien Alphonse François de Sade (Marquês de Sade), e denota a excitação e prazer provocados pelo sofrimento alheio. O foco do sadismo sexual envolve atos (reais, não simulados) nos quais o indivíduo deriva excitação sexual do sofrimento psicológico ou físico (incluindo humilhação) do parceiro. Enfim é o prazer em submeter outrem a dor e sofrimento pelo seu próprio poder. Alguns indivíduos com este tipo de desejo  se sentem perturbados por suas fantasias sádicas, que são simuladas ou invocadas durante a atividade sexual, mas não efetivamente concretizadas. Nesses casos, as fantasias sádicas envolvem, habitualmente, o controle completo ou parcial sobre a escrava, que se sente aterrorizada ante o ato sádico iminente. Outros indivíduos sádicos compartilham seus impulsos sádicos com parceiros masoquistas, que sentem prazer (ou ao menos consentem) em sofrer dor ou humilhação. Este tipo de relação, onde as duas tendências se complementam, é denominada sadomasoquista. Outros, finalmente, colocam em prática seus anseios sexuais sádicos com vítimas que não dão consentimento aí não é BDSM, por que para ser tem que ser CONSENSUAL. Em todos esses casos, o que causa excitação sexual ao indivíduo sádico é o sofrimento real ou potencial daquela que se submete. As fantasias ou actos sádicos podem envolver actividades que indicam o domínio do indivíduo sobre a vítima (por ex., forçar a vítima a rastejar ou mantê-la em uma jaula). Os indivíduos podem também atar, vendar, dar palmadas, espancar (com responsabilidade para não  causar seqüelas), chicotear, beliscar, bater, estuprar,   MAS TUDO DENTRO DO SSC, tem que ser seguro  PARA SER BDSM. 
Masoquismo é uma tendência  , pela qual uma pessoa busca prazer ao sentir dor ou imaginar que a sente. Em um sentido extenso pode-se considerar como masoquismo também a forma de prazer com a humilhação verbal . O termo masoquismo deriva do escritor austríaco Leopold von Sacher-Masoch.
O masoquismo é uma tendência oposta e complementar ao sadismo. Uma relação onde as duas tendências se complementam é denominada sadomasoquista se tiver dentro do SSC aí sim é BDSM
A denominação masoquismo define o prazer sexual relacionado com o desejo de sentir dor no corpo, será mediante a humilhação e dominação, o termo foi descrito pelo médico alemão Kraft Ebbing. Entretanto, verifica-se que em muitos casos o prazer não advém exatamente da sensação corpórea de dor, mas sim de uma situação de inferioridade perante o parceiro sexual. Atualmente o masoquismo está incorporado às subculturas SM (sadomasoquismo) e BDSM, como uma forma de expressão sócio-sexual coletiva ou individual.
Apenas para frisar qualquer prática está baseada no credo do São, do Seguro e do Consensual (SSC). Toda e qualquer ação fora destes conceitos deixa de ser erótica e prazerosa, tornando-se patológica.

Como sinhá moça vê o BDSM!

Conhecer o BDSM pra mim foi um renascimento.
Antes  de 2007 quando eu não imaginava sua existência me sentia frustrada, mesmo me encontrando feliz nos relacionamentos vividos.
 Porém as fantasias de submissão e escravidão que invadiam minha mente acabavam por me chocar, pois sempre em meu intimo imaginava ser imoral, irracional e totalmente impossível serem realizados os pensamentos que em mim afloravam.

Pensar e desejar ter um “Dono” e que este teria o direito “pleno” sobre mim, findando assim minhas vontades,  desejos e opções !? Parecia-me um tanto quanto insano e a beira do absurdo, então ocultei tais desejos no mais intimo de minha alma, desejos estes que começaram já  na minha adolescência.

Na hora de prazer a dois (relação baunilha= a convencional), eu fechava meus olhos e imaginava  estar sendo usada por Ele e satisfazê-lo era minha obrigação, independente do meu prazer. Até mesmo porque a idéia era a satisfação do Dono “imaginário”.

Mas a vida foi passando e a mutação é algo automática na vida das pessoas, me vi sozinha e sem nenhuma vontade de iniciar um novo relacionamento. Como meu trabalho exige estar conectada, um dia resolvi entrar em uma sala de bate papo.
Varias opções havia para estar dentro, olhei a de sexo, mas suas sub-salas eram fetiches, bizarros e sadomasoquismo.
Eu não tenho nada contra as bizarrices e nada a favor também. Também não vejo que está dentro do SSC.
Quanto a fetiches eu percebi de maneira pratica que os fetichistas estão e não são - eu sempre quis ser, dentro e fora de uma sessão e assim o fetiche  não me chamou atenção.
O sadomasoquismo eu sempre soube o que era, são pessoas que se atraem no “bater e apanhar” e isso não me atraia, o que me atraia era a idéia de ser posse, propriedade, objeto de um ser superior a mim ....  
Mas por pura falta de opção resolvi entrar em sadomasoquismo, ao clicar vi que ainda havia sub – sala ... escravas ... nossa,  um arrepiou desceu pela minha coluna e refletiu em meu estomago.
Fiquei catatônica por pelo menos 2 horas! Era isso que eu sempre quis, pensei e desejei... algumas escravas chamando os Dominadores de Dono,  Senhor e Mestre, elas tratavam os mesmos com respeito, amor, submissão e admiração.

Hoje já depois de 04 anos que estou no meio, com propriedade digo que sou uma escrava masoquista real e que isso já faz parte da minha vida. Não se faz uma submissa-escrava, apenas se encontra e existe uma porta que após passar por ela dificilmente terá retorno. Sou escrava e não estou escrava.
Com este blog vou explanar o que vivi até aqui no meio BDSM, aceito criticas as construtivas ficarei feliz e quanto às destrutivas com certeza servirá para me fazer pensar melhor.




 CONSIDERAÇÕES IMPORTANTES SOBRE
 AS PRÁTICAS DE BDSM


 
O BDSM tem o intuito de trazer prazer sexual através da troca erótica de poder, que pode ou não envolver dor, submissão, tortura psicológica, cócegas e outros meios.
A prática  provocada pelo(a) Dominador(a) e sentida pelo(a) Submisso(a). Muitas das práticas BDSM são consideradas, num contexto de neutralidade ou não sexual, não agradáveis, indesejadas, ou desvantajosas. Por exemplo: dor, a prisão, a submissão e outras são, geralmente, infligidas nas pessoas contra sua vontade, provocando essas sensações desagradáveis.
No  contexto BSDM, estas práticas são levadas a cabo com o consentimento mútuo entre os participantes, levando-os a desfrutarem mutuamente.
O conceito fundamental sobre o qual o BDSM se apóia é que as práticas devem ser SSC (São, Seguro e Consensual).
As praticas do BDSM não envolvem necessariamente a penetração mas, de forma geral, o BDSM é uma atividade erótica e as sessões geralmente são permeadas de sexo.
 Em geral o limite pessoal de cada um não é ultrapassado, apesar de pedir para o dominador parar não adianta pois faz parte, para esse fim é utilizada a SAFEWORD (palavra de segurança) que é pré-estabelecida entre as partes.
BDSM é  Sexo Seguro aos praticantes responsáveis e maduros do BDSM primam pela segurança nos relacionamentos, envolvendo ou não sexo. Especialmente quando as práticas envolvam uso de instrumentos que possam ferir a pele da pessoa submissa.
Quando o relacionamento envolvendo sexo se dá de forma não-exclusiva, com múltiplos parceiros, é absolutamente essencial a utilização de proteção de barreira do tipo "camisinha", seja ela masculina ou feminina.
Além disso há procedimentos para limpeza e esterilização de instrumentos que sejam usados por mais de uma pessoa, evitando, dessa forma, possibilidade de propagação de doenças, sejam ou não DSTs (doenças sexualmente transmissíveis), sendo essencial o uso de preservativo ou senão, apresentação de exames médicos feito regularmente pelo Dono e pela escrava.